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Esse é um equipamento híbrido que prioriza as informações metabólicas através do PET, associado a um CT com múltiplos detectores que possibilita aquisição de imagens de altíssima qualidade e definição anatômica. Portanto, o aparelho permite a obtenção dos dois exames simultaneamente com grande rapidez e com informações metabólicas, anatômicas e morfológicas altamente fidedignas, fornecendo, ao final, imagens fundidas em uma só e com todas as informações necessárias para a avaliação das doenças oncológicas e neurológicas.
Para seu uso, o PET necessita de um radiofármaco. O único usado no Brasil, fabricado pelo IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), em São Paulo, é o 18F-fluordesoxiglicose (FDG). Sua utilização se deve ao fato de ser um marcador da atividade metabólica da glicose e as células neoplásicas possuem elevada atividade glicolítica.
O FDG é um radioisótopo e, como tal, possui instabilidade nuclear tendo uma meia vida de 110 minutos. Assim sendo, foi necessária uma logística bem sistematizada desde a produção do FDG até e sua aplicação em nossos pacientes no CETAC.
O CETAC, desta forma, sente-se orgulhoso em poder oferecer à Medicina do Paraná mais estes dois métodos diagnósticos de elevada aceitação internacional, para melhorar ainda mais o atendimento aos nossos pacientes.
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