MAGNETOS

Com relação ao magneto, os sistemas comerciais trabalham com magnetos de campos variáveis de 0.01 a 3 Tesla. Por comparação, o campo magnético terrestre fica entre 0,2 e 0,7 Gauss (1 Gauss é equivalente a 0,001 Tesla).

Quanto maior a intensidade de campo, maior a magnetização total do corpo e potencialmente maior e melhor a intensidade de sinais emitidos pelo próprio corpo produzindo melhores imagens em tempos cada vez menores. Basicamente, existem três tipos de magnetos: resistivos, permanentes e supercondutivos.

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Os magnetos resistivos consistem de bobinas através das quais fluem ondas elétricas de alta voltagem criando um campo magnético. Nestes tipos de magneto é difícil se obter alta homogeneidade de campo.

Os magnetos permanentes não necessitam de corrente elétrica para criar o campo magnético, pois este já é conseqüência do próprio magneto. Porém, este sistema só é estável se a temperatura for muito bem controlada e os magnetos são bastante pesados, com o peso aumentando proporcionalmente à intensidade de campo que, nestes tipos de magnetos, podem atingir no máximo 0.3T.

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Para campos magnéticos mais altos, são usados os magnetos supercondutivos que possuem as bobinas magnéticas imersas em fluidos criogênicos (hélio líquido).

À temperatura do hélio líquido, as bobinas se tornam supercondutivas e assim, uma vez que a corrente elétrica indutora tenha sido aplicada nas bobinas magnéticas, a unidade pode ser desconectada da fonte de suprimento de carga elétrica o que significa uma grande economia de energia.

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A corrente elétrica e o campo magnético são assim mantidos sem fontes externas. Este sistema oferece excelentes estabilidade e homogeneidade de campo.

O CETAC possui atualmente 5 aparelhos de RM de 1.5T, considerados os mais funcionais, seguros e estáveis já construídos.

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