6.
MAMOGRAFIA
O uso de uma nova bobina para mamas que possibilita a
aquisição simultânea de imagens de
ambas as mamas, imagens estas de alta resolução
e grande homogeneidade, foi um dos grandes avanços
da RM.
A
paciente é examinada em decúbito ventral,
sem dor, desconforto ou pressão sobre as mamas.
Desde a introdução da Ressonância
Magnética (RM) para avaliação das
patologias mamárias em 1986, este método
tem recebido atenção e aceitação
crescentes.
Equipamentos
de última geração com bobinas especialmente
confeccionadas para a região mamária têm
proporcionado avaliação tridimensional das
mamas com elevada resolução espacial e temporal
possibilitando caracterização morfológica
das lesões e estudo dinâmico pós-contraste.
Comparada
a outros métodos, a RM oferece novas informações
que, combinadas à mamografia convencional, tem
elevado o índice de detecção de lesões
malignas da mama. O uso do contraste na avaliação
das mamas por ressonância magnética é
imprescindível, explorando o princípio da
angiogênese necessária ao crescimento tumoral.
A
ressonância magnética das mamas sem a administração
do contraste está indicada apenas na avaliação
da integridade dos implantes de silicone, sendo para esta
última indicação aceito como o melhor
método disponível atualmente.
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